Pensacast - o podcast dos pensantes!

Por que nao ha verdade absoluta, nem razoes incontestáveis, pelo crescimento contínuo e uma vida consciente, seja muito bem-vindo ao PensaCast!

Tag: PensaCast

[PensaCast] #007 [Pocket] Epicuro

Sente-se e respire fundo… é hora de mais um PensaCast Pocket,

seu café expresso quinzenal com gostinho de PensaCast.

Nestes brevíssimos 2 minutos desta edição,
trago um pouco de filosofia (para variar!):

Epicuro de Samos, filósofo grego, base de boa parte do PensaCast #005, que irá ao ar semana que vem.

Então relaxe e abra as portas da sua mente: ouça, depois ouça novamente, pense um pouco e em seguida deixe seu comentário!

Boa reflexão à todos!!

[PensaCast] #004 [Full] Felicidade Desesperadamente

Saaalve, saalve, pensantes-pensadores e pensadores-pensantes!
Nesta edição trazemos a discussão sobre a felicidade sem a dependência da esperança.

Base:
Livro “A Felicidade, Desesperadamente” de André Comte-Sponville

Participação:
Patux e Dr.Parosa (!)

Links:
Comunidade “PATUXCAST” – Orkut

Duração:
28 minutos


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[PensaCast] #005 [Pocket]

Salve, salve, pensantes!

Estamos aqui, com o PensaCast Pocket, o PCP, o primeiro integrado também na Kombo!!

Até a edição da semana que vem (que é a extendida) teremos uma SUPER mudança, que por sinal está no fechamento deste episódio!

O texto de hoje foi escolhido pelo Paulo Roberto (ou Patux Pai! rs).

Aguardamos teus comentários, críticas, sugestões, indicações, etc… nos comentários ou pelo e-mail: pensacast@gmail.com

Até mais, pensantes!!

[PensaCast] #004 [Full] Desesperadamente Feliz

Salve, Salve !!

Estamos de volta, depois de semanas demoradas e tenebrosas, com o quarto episódio do PensaCast.
Tudo indica que será o último de 2009, mas vem chegando 2010 e será um ano de muitas realizações! Não deixe de acompanhar e PARTICIPAR disto!

Desta vez, eu (@paulopatux) e Paulo Roberto (ou Patux Pai), iniciamos o debate sobre a felicidade livre da espera, baseada no querer, felicidade no ato, não na expectativa.

Ouçam, reflitam e deixem seus comentários, opiniões, críticas, etc.
A conversa só começou no podcast, mas é você quem dá continuidade a ela!!

Agradecemos:

Pelo apoio, feedback e divulgação: ao Dudu Sales (do Papo de Gordo), à Isabela Cabral e ao Marcelo Salgado (do PodCumê), ao Afonso, Beto e Diogo (do Matando Robôs Gigantes);

Ao Pablo Assis, do NerdExpress, que  ao lado do Dudu Sales (já citado) são responsáveis pelo MetaCast, à quem devo centenas de agradecimentos pelo conhecimento compartilhado sobre como conduzir um podcast, desde sua concepção, estruturação, gravação, edição e finalização. Vocês são fera!!!

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Duração do programa:

25 minutos

[PensaCast] #003 [Full] Meu Amor Meu Amigo

pensacast003

Salve, Salve!!
Estamos de volta, desta vez com apenas 4 horinhas de atraso!!

Mas vamos ao que interessa: PensaCast #003  (ou #002B)- Meu Amor, Meu Amigo.

Como disse a quinze dias atrás, viemos hoje comentar sobre as partes III,IV e conclusões do debate acerca da paixão sob o enredo do mito de Tristão e Isolda.

É IMPORTANTÍSSIMO que leiam o texto, o resumo do mito de Tristão e Isolda, que é o pano de fundo do debate do tema. O texto está logo abaixo do player, para compreenderem devidamente o contexto do programa. Tal como o programa de hoje, o texto está dividido em duas partes, ok?

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Duração do programa

26 minutos

LEIA OS TEXTOS ABAIXO!
ELES SÃO NECESSÁRIOS PARA COMPREENDER MELHOR O BATE-PAPO

PARTE III e IV

Isolda casa-se com o rei Marc, mas na noite de núpcias, Brangien toma seu lugar. Mas, os quatro barões invejosos desconfiam dos amantes, e contam ao rei, e mesmo sem nada flagrar, o rei manda Tristão embora. Este não consegue ir e hospeda-se perto do castelo, encontrando-se as escondidas com a rainha. Os barões percebem e contam ao rei o lugar e a hora do encontro. Marc vai até lá, mas os amantes percebem a sua presença, e com palavras sábias convencem o rei do contrário. O rei faz as pazes com Tristão e deixa que ele volte ao castelo. Mesmo assim, os barões insistem no fato, e dizem ao rei que este não vê porque não quer. Com a ajuda de Frocin,o anão vidente, flagram Tristão com a rainha em seu leito. Tristão, ainda assim, jura nunca ter amado a rainha com amor culpável, mas o rei não acredita, e manda matá-los, sem julgamento. Tristão, com a ajuda de Deus, consegue fugir e Isolda é entregue aos leprosos. Mas, Tristão consegue salvá-la e a leva para morar na floresta: eram fugitivos.

Ficam na floresta durante muito tempo, até que um dia, um Monteiro os encontra e vai contar ao rei. Este vai até o local e encontra os dois deitados juntos, com uma espada nua separando seus corpos (isso significa garantia e guarda de castidade), o rei tem compaixão e não os mata, mas faz com que eles saibam que ele esteve ali e os viu. Ao acordarem, percebem que tinham sido descobertos, fogem, mas ficam intrigados com a atitude do rei, e chegam a conclusão que haviam sido perdoados. Resolvem então voltar, e Tristão entrega Isolda ao rei, e este a aceita, mas manda Tristão embora, a conselho dos barões. Antes de ir, Isolda pede de lembrança o cão Husdent de Tristão e lhe dá o anel de jaspe verde, presente de Marc, o qual deveria ser mostrado a ela, caso Tristão quisesse dar-lhe algum recado.

Isolda, para provar sua inocência perante a corte, faz um teste que consistia em segurar um ferro em brasa e sair com as mãos ilesas, depois do juramento. Ela passa. Depois disto, Tristão ainda não conseguiu ir embora, e toda a noite ia até um pinheiro, perto da janela da rainha, e cantava como um rouxinol, até que ela viesse ao seu encontro. Mas os barões desconfiam e ele tem de ir embora. Vai para Gales com Gorvenal, para as terras de Gilain. Esta fazia tudo para agradá-lo, mas era em vão. Então Gilain mostrou-lhe um cão mágico, Petit-Crû, que trazia preso no pescoço um guizo mágico que espantava todas as tristezas. Tristão pensou em Isolda, e quis dar-lhe o cão de presente, e para conseguir isto matou o gigante Organ. Mandou Petit-Crû para a rainha e ela recebeu como se fosse presente de sua mãe. Realmente o cão alegrou-a, mas não achou justo somente Tristão sofrer, e jogou o guizo em alto mar.

Tristão tentava fugir de sua dor correndo o mundo. E sem receber notícias de Isolda achou que ela o tinha esquecido. Chegou na Bretanha. Recuperou as terras do duque Höel, o qual tinha um filho, Kaherdin, e uma filha, Isolda, das Brancas Mãos, a qual o duque lhe deu a mão como recompensa. Num ímpeto, Tristão aceita, mas na noite de núpcias, ao ver o anel de jaspe verde, lembra-se da outra Isolda e não consuma o casamento. Kaherdin fica sabendo do fato e toma satisfações com ele, que conta toda a sua história. Isolda, a Loura, fica sabendo do casamento e chora.
Kaherdin perdoa Tristão e vai com ele até as Cornualhas, para obterem notícias de Isolda. Lá chegando manda uma mensagem para a rainha, através de Dimas. Esta, ao ver o anel de jaspe verde, fala com Dimas, que lhe conta que mesmo casado, Tristão nunca lhe traíra. Marcam um encontro na estrada, nos espinheiros. Tristão ao ver a rainha, assobia como um pássaro, esta reconhece o canto, e marca um encontro no castelo de Saint-Lubin. Mas, eis que, um escudeiro, chamado Bleheri, vê Kaherdin e Gorvenal, e confunde Kaherdin com Tristão, por causa do escudo. Chamou-o, mas estes assustados, fogem. O escudeiro conta o fato a rainha, que irritada e ofendida, manda desmarcar o encontro. Tristão tenta justificar-se, mas Isolda não acredita. Ele, então vai atrás dela, disfarçado de mendigo, e pede sua clemência. Isolda o reconhece, mas mando os empregados enxotá-lo. Tristão volta para a Bretanha desolado, e a rainha se arrepende.

Mesmo frente a atitude de Isolda, Tristão queria revê-la, e vai embora sem avisar ninguém. Veste-se miseravelmente e vai até o porto onde encontra uma nau que vai até Tintagel. Chegando lá, corta seu cabelo rente ao couro cabeludo, desenha nele uma cruz, lambuza seu rosto com uma erva mágica, e esta muda seu rosto. Pendura ainda uma clava no pescoço e dirige-se para o castelo de Marc. Chegando lá, ninguém o reconheceu, nem mesmo Isolda. Ele dizia ser Tristão, mas a rainha não acreditava, até que trouxeram Husdent, que foi o único a reconhecê-lo. O louco via a rainha todos os dias, ficava em seu quarto, até que começaram a desconfiar e ele teve de ir embora. Voltou para a Bretanha, onde teve que guerrear, e caindo numa emboscada, viu-se ferido por uma lança envenenada. Ninguém conseguiu curá-lo. E sentindo que iria morrer, quis ver Isolda mais uma vez. Pediu a Kaherdin que fosse buscá-la, e Isolda, das Brancas Mãos escutou, e enfureceu-se e pensou em vingança.

Kaherdin foi, levando o anel. Tristão pediu-lhe ainda que levasse duas bandeiras, uma preta e outra branca, e que na sua volta içasse a branca , se Isolda viesse, e a preta caso contrário. Ao ver o anel, Isolda, a Loura, fugiu com Kaherdin. Tristão definhava. Isolda demorou-se por causa de várias tempestades, mas finalmente estavam chegando com a vela branca içada. Isolda das Brancas Mãos disse a Tristão que Kaherdin estava chegando, e este perguntou qual a cor da bandeira asteada, e ela, maldosamente, respondeu que era preta. Depois de ouvir isto Tristão morre.
Ao chegar, Isolda fica sabendo do ocorrido e vai até ele, deita-se junto a ele, beija-o na boca e no rosto, abraça-o forte e morre. Quando o rei Marc sabe da morte dos dois, vai até a Bretanha buscar seus corpos. Sepulta-os separados por uma capela. Mas durante a noite, da tumba de Tristão brota um espinheiro verde, com flores perfumadas e elevou-se por cima da capela até o túmulo de Isolda, três vezes o cortaram, três vezes ele voltou. E, sendo assim, resolveram deixá-los em paz.